Durante muito tempo, o Setor Serrinha foi visto apenas como uma região de transição entre bairros, ligando o Setor Bueno ao Parque Amazônia. Suas ruas tranquilas e o uso predominantemente residencial davam ao bairro um ar de anonimato no mapa imobiliário da cidade. Mas esse cenário mudou drasticamente na última década.
Hoje, o Serrinha está no centro de um dos processos de valorização mais expressivos da capital. Grandes incorporadoras entraram em cena, apostando em projetos modernos e arrojados, atraídas pela localização estratégica do bairro, pela disponibilidade de terrenos e pela crescente demanda por habitação urbana bem posicionada.

O pontapé inicial dessa virada foi dado pela Opus Incorporadora, que escolheu o Setor Serrinha para sediar seu projeto mais ousado até então: a Reserva Ybiti. Não se trata apenas de um conjunto de edifícios, mas de um bairro planejado, com infraestrutura completa, paisagismo integrado, segurança e uma visão clara de comunidade. A primeira torre do Tellure by Opus foi entregue no fim de julho de 2025, e representa o padrão elevado que a construtora trouxe para o bairro. Os próximo projetos já estão em execução, sendo Opus Nido, Gyro O2, Ybaté e Cidade Ybiti Office & Home, com diferentes datas de entrega.
Seguindo essa trilha, a Tapajós Engenharia entregou em junho deste ano o Blume Apartments, com unidades que se destacam pela vista privilegiada para uma das áreas verdes futuras mais incríveis que a cidade vai receber, que é o Parque Serrinha. O Blume rapidamente se consolidou como uma opção de alto valor percebido para o morador final.
Quem comprou na planta, ganhou muito dinheiro com a valorização imobiliária.
Em 2025, o Grupo Palme lançou o Senda, um residencial voltado para o público jovem e famílias iniciantes. Todas as unidades de dois quartos foram vendidas no lançamento, confirmando a tendência do mercado por tipologias compactas, bem planejadas e com preço competitivo em localizações em ascensão.
O novo perfil do Serrinha
De acordo com dados de mercado coletados entre 2020 e 2025, o preço médio do metro quadrado no Setor Serrinha subiu aproximadamente 100%, impulsionado pelos novos empreendimentos verticais e pela escassez de terrenos amplos em regiões centrais. A urbanização do entorno, a qualificação da infraestrutura viária e a chegada de comércios e serviços elevaram o bairro a um novo patamar. Além disso, a proximidade com a Av. T-4, Av. T-63, a facilidade de acesso à Av. 85 e a interligação com outros polos importantes da cidade, tornaram o Setor Serrinha um ponto estratégico para quem busca viver bem localizado.

O próximo capítulo da transformação do Setor Serrinha está sendo escrito pela EBM, uma das incorporadoras mais respeitadas do Centro-Oeste. O Loc Serrinha é o novo lançamento da linha Loc, voltada para apartamentos funcionais, urbanos e com alto potencial de valorização.
Com unidades de 2 quartos com suíte, entre 52 e 54 m², o Loc Serrinha chega para atender a um público que busca praticidade, localização e um bom custo-benefício. As plantas foram otimizadas para oferecer circulação inteligente, áreas de convívio integradas e soluções modernas como varanda gourmet, cozinha americana e infraestrutura para ar condicionado.
O empreendimento se posiciona como resposta direta a uma demanda crescente: jovens profissionais, casais em início de vida e investidores que buscam liquidez.
As unidades de dois quartos são as protagonistas da vez
Não é coincidência que os principais lançamentos em Goiânia e no Setor Serrinha, estejam apostando em plantas de dois quartos com suíte. Essa tipologia se consolidou como a queridinha do mercado imobiliário atual por diversos motivos:
- Alta liquidez: facilidade de revenda ou locação
- Demanda constante: atende desde o comprador iniciante até o investidor
- Flexibilidade de uso: ideal para solteiros, casais e pequenos núcleos familiares
- Financiamento facilitado: valores de entrada e parcelas mais acessíveis
No caso do Loc Serrinha, essa configuração ganha ainda mais relevância por estar inserida em um contexto de transformação urbana. A tendência é que os primeiros compradores se beneficiem da valorização natural do bairro conforme novos serviços, comércios e empreendimentos forem se instalando.






