Skip to content

Comprar um apartamento não é apenas metro quadrado

Publicado em:

Autor:

Compartilhe:

Ao longo dos últimos anos, o mercado imobiliário brasileiro passou por uma transformação silenciosa, porém profunda. O que antes era medido, avaliado e vendido quase que exclusivamente em metros quadrados, hoje exige uma lente mais refinada, sensível e sofisticada. O imóvel contemporâneo, especialmente aquele voltado ao público exigente e investidor, já não é apenas uma questão de área útil, mas sim de propósito, assinatura estética, integração com o entorno, exclusividade e valor agregado.

Comprar um apartamento, nos tempos atuais, é investir em identidade. Em design. Em arte.

Essa mudança de percepção está respaldada por dados concretos. Em 2023, a Brain Inteligência Estratégica apontou que 68% dos compradores das classes A e B consideraram o “design arquitetônico” mais relevante que a metragem na escolha de um imóvel. Um estudo global da Knight Frank, no mesmo ano, mostrou que empreendimentos com arquitetura autoral e design de interiores assinado tendem a se valorizar entre 15% e 25% acima da média de mercado, mesmo em cenários de instabilidade econômica.

Em outras palavras, o metro quadrado deixou de ser o protagonista. Ele passou a ser apenas uma parte de uma equação mais complexa, que envolve linguagem estética, curadoria de materiais, experiência sensorial, integração com o entorno e, sobretudo, exclusividade. Um empreendimento com projeto arquitetônico marcante, paisagismo autoral e mobiliário assinado se torna um ativo escasso e, por isso, desejado.

Opus Ace Vaca Brava com mobiliário assinado por Leo Romano.

Em Goiânia, esse movimento se traduz de forma clara em incorporadoras como a OPUS, que souberam interpretar esse novo perfil de consumidor e alinhar produto com discurso. A empresa investe há anos em colaborações com nomes da arquitetura e do design que vão além da técnica, como o premiado arquiteto Léo Romano. Ao lado da OPUS, Romano criou empreendimentos que mais se assemelham a obras de arte habitáveis. Em seus projetos, fachadas escultóricas, iluminação cênica e texturas cuidadosamente combinadas criam uma experiência estética desde o primeiro olhar e isso influencia diretamente na percepção de valor.

Mas essa sofisticação não se limita ao visual. Ela é funcional, racional, estratégica. O Urban Land Institute (ULI) identificou que edifícios com arquitetura e design integrados, da fachada ao mobiliário, apresentam melhor desempenho em liquidez e menor vacância. Investidores atentos já entenderam que a diferenciação estética é, na verdade, uma alavanca de rentabilidade. Um produto que se posiciona fora da curva, com uma identidade clara, tem mais apelo no mercado, gira mais rápido e preserva seu valor mesmo em ciclos menos favoráveis.

Fachada do Opus Sunna, na Praça do Sol, Setor Oeste.

Nesse cenário, o metro quadrado deixou de ser a unidade principal de medida. Ele ainda importa, mas já não determina sozinho o valor real do imóvel. Na prática, o que constrói valor no mercado de alto padrão não é a simples medida da área privativa, mas a capacidade de um imóvel provocar desejo, comunicar identidade e preservar sua singularidade ao longo do tempo.

Inscrever-se
Notificar de
guest
0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado

Você quer comprar ou vender seu imóvel?

Fale com o grupo ALX Corretor, preencha abaixo:

Leia também

Continue sua leitura pelo nossos Blog.

Explore Goiânia

Descubra nossos imóveis à venda e uma seleção dos melhores lançamentos.

Vamos conversar?

Fale com o corretor e receba um atendimento rápido e personalizado.

Chamar no WhatsApp

Receba o Fluxo de Pagamento

Você vai receber no WhatsApp um fluxo de pagamento completo com entrada e parcelas.


Formulário seguro. Seus dados serão utilizados para entrarmos em contato.

0
Adoraria saber sua opinião, comente.x