Prezados clientes, parceiros e amigos,
Que ano foi esse? 2025 separou quem opera por manchete de quem opera por leitura de cenário. Não foi um ano de euforia, nem de colapso. Foi um ano de ajuste fino. E, anos assim costumam ser mais reveladores do que os anos de alta acelerada.
No Brasil, o mercado imobiliário voltou a ocupar um lugar muito específico dentro da lógica patrimonial do brasileiro: o de proteção. Os dados mostram que os preços das vendas de imóveis residenciais seguem avançando acima da inflação acumulada, o que mantém o imóvel como um dos poucos ativos reais capazes de preservar poder de compra no médio e longo prazo. Isso não significa um mercado aquecido em todos os lugares, nem valorização homogênea. Significa, antes de tudo, que o imóvel voltou a cumprir seu papel clássico em um país de histórico inflacionário: ser âncora.
Neste ano, a inflação seguiu mais controlada trazendo previsibilidade, mas o ambiente fiscal segue pressionado. Gastos elevados e pouco espaço para manobra continuam influenciando diretamente a política monetária. Para o mercado imobiliário, isso se traduz em crédito mais seletivo, juros ainda relevantes no financiamento e um consumidor mais racional.
O resultado que eu vejo disso é que, quando olho para o comportamento do comprador hoje, vejo menos impulso e mais cálculo. A decisão de compra passou a envolver mais comparação, mais negociação e mais análise de risco. Isso impacta diretamente o tipo de produto que ganha liquidez. Dados nacionais do FipeZAP mostram que unidades menores, especialmente apartamentos de 1 quarto, lideram a valorização média entre as tipologias residenciais. Muitas pessoas não estão comprando o seu imóvel para morar, mas comprando um ativo imobiliário seguro, que vai valorizar seu patrimônio e lá na frente, volta em lucro, seja vendendo ou rentabilizando. Isso não é moda passageira. É reflexo direto de orçamento mais apertado, novos arranjos familiares e também do investidor que busca renda e liquidez, não ostentação.
E meus caros clientes, parceiros e amigos. O preço médio do metro quadrado em Goiânia permanece abaixo de capitais mais inflacionadas, o que mantém o mercado acessível e funcional, sem sinais de distorção grave. E isso, é excelente, em 2026 muita coisa está por vir em Goiânia, investimentos bilionários que somam ao alto fluxo migratório de pessoas vindo morar na capital.
Em Goiânia, o mercado imobiliário segue em movimento. A pergunta que fica não é se ele vai continuar andando, mas se você está caminhando com ele de forma consciente ou apenas reagindo ao que já aconteceu.
Invista em imóveis e pode ter certeza que estará fazendo o melhor negócio da sua vida.
Reservo este último parágrafo para agradecer a todos os clientes que confiaram no meu trabalho para concretizar o sonho do novo apartamento ou para realizar o melhor investimento imobiliário.
Feliz Natal & Um Próspero Ano Novo!
Alexander Braga,
Corretor de imóveis.


