Goiânia segue consolidando sua posição como um dos mercados imobiliários mais dinâmicos do país. A capital goiana, segundo a 49ª edição do Radar Imobiliário DataZAP, apresenta valorização contínua nos imóveis residenciais e alta rentabilidade no setor de locações, o que reforça a atratividade para quem busca retorno sólido e segurança patrimonial.
Os números mais recentes apontam que o preço médio de venda na cidade chegou a R$ 7.958 por metro quadrado. Em julho, houve avanço de 0,31% sobre o mês anterior, acumulando alta de 0,26% em 2025 e de 2,73% nos últimos 12 meses. Embora os percentuais possam parecer discretos em determinados recortes, o que se observa é um comportamento consistente: os preços seguem em alta, mês após mês, sustentando a percepção de que os imóveis continuam sendo ativos de valorização permanente em Goiânia.
O mercado de locação, por sua vez, reforça essa leitura de crescimento. O valor médio dos aluguéis na capital atingiu R$ 20,40 por metro quadrado em julho, resultado que traduz um ritmo ainda mais acelerado de expansão. A variação foi de +0,49% no mês, +3,5% em 2025 e expressivos +9,7% nos últimos 12 meses. Historicamente, Goiânia já vinha superando a média nacional em crescimento de aluguéis entre 2022 e 2024, e a tendência se manteve em 2025, confirmando o potencial de geração de renda passiva para investidores.

As análises por bairros evidenciam os polos mais aquecidos do mercado. O Setor Bueno lidera como o mais procurado tanto para compra quanto para locação, consolidando-se como sinônimo de liquidez. Setor Oeste e Parque Amazônia também aparecem entre os mais demandados, enquanto Leste Universitário e Jardim América se destacam no segmento de locação. Em termos de valorização dos aluguéis, os resultados impressionam: Setor Sudoeste registrou alta de cerca de 19% em 12 meses, seguido pelo Jardim América (+17,2%) e pelo Setor Central (+14,4%). A fotografia revela que, em diferentes regiões da cidade, o investidor encontra pontos de expansão expressiva.
Outro dado de relevância é o perfil da demanda. O Radar DataZAP mostra que consumidores têm priorizado imóveis mais compactos. No mercado de venda, cresce a busca por unidades de até 70 m², com um ou dois quartos, muitas vezes sem suíte e sem vaga de garagem, tipologias essas que apresentam preços mais competitivos e maior liquidez. Já no mercado de locação, o movimento é ainda mais evidente: a procura por imóveis de até 50 m² saltou de 13% em 2023 para 38% em 2025, enquanto a preferência por unidades de um dormitório passou de 17% para 45% da demanda.
A tendência indica que investir em residências funcionais e bem localizadas pode ser decisivo para capturar o interesse de locatários.
Em síntese, o levantamento do DataZAP confirma que Goiânia vive um momento de solidez no setor imobiliário. A valorização contínua dos imóveis, o ritmo acelerado dos aluguéis e a clareza nas preferências de consumidores formam um conjunto de fatores que consolida a cidade como destino estratégico para o capital imobiliário.






